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terça-feira, 29 de julho de 2014

Caminhos da vida

Todo empreendimento, do mais simples, como o preparo de uma refeição ou a realização de uma viagem, ao mais complexos como o projeto de uma Transamazônica ou da produção de energia nuclear, requer um direcionamento racional, coerente e bem definido. Isto é necessário para evitar ao máximo possível os diversos transtornos causados por imprevistos, e bem assim os resultados indesejáveis.






Se os assuntos comuns já exigem tal responsabilidade, o que poderíamos dizer da vida, a razão existencial pessoal e  transcendental de nossa natureza.

O convite à existência foi feito, e nós o aceitamos. Fomos criados a partir de um sopro do desejo divinal. Agora, viver bem depende de nossas escolhas dentro das faculdades a nós concedidas. É o nosso livre arbítrio quem realiza as opções de nosso desenvolvimento.

Cabe portanto, a cada um de nós, optar conscientemente pelo sentido que deve dar à sua vida. Tudo se inicia com as perguntas certas.

Quem sou eu?
De onde eu vim?
Por quê estou aqui?
Onde estive "antes" e onde estarei "depois" desta existência?
Qual é o melhor caminho a seguir?

Dispomos certamente de excelentes parâmetros para decidir sobre o melhor sentido de vida, se desejamos viver da melhor maneira possível.

A humanidade conserva tesouros inestimáveis dos diversos povos. As leis naturais, os códigos de conduta religiosa, os pilares éticos e morais superiores, as conquistas científicas nos campos do desenvolvimento quântico...

Estamos vivendo um momento onde, conjugando tudo, podemos aceitar aquela frase oriental onde se diz:

"O Universo inteiro lhe pertence. Pegue tudo o que desejar, mas não se esqueça de pagar a conta na saida"

Em outras palavras, estamos com todos os alimentos sobre a mesa, e estes alimentos são provenientes de uma colheita, uma farta colheita de tudo o que há no Universo.


Como toda colheita é o resultado de um prévio cultivo, devemos estar atentos, pois a festa só continuará para os convidados aptos a financiarem o novo plantio.

Me parece bastante lógica esta posição, e pode ser comparada com a parábola do bom semeador, no cristianismo.

Jogam-se sementes em esforço contínuo, porque muitas vezes (como na agricultura), o investimento tem dificuldades em se multiplicar. Mas quando multiplica, alimenta muito mais do que a fome do semeador.... alimenta a própria humanidade.

Estabelecido assim, de maneira lúcida e consciente, o sentido certo para a vida que desejamos,o trabalho em semear já não deixa margem para dúvidas, incertezas, depressões. Devemos nos ocupar com o bem, isto sim preenche as lacunas e impede o desnorteio vital.

Já faz tempo que nos foram cedidas as bússolas e os sextantes. Ninguém pode dizer que desconhece os meios de encontrar o melhor caminho... e tampouco, minguém pode ser considerado cego a ponto de desconhecer a redenção da Luz.

Uma vez reconhecido esse direcionamento de vida, precisamos a ele nos engajar de fato. A idéia precisa se concretizar. como o que ocorre na comunhão entre o pensar e o agir.

Viver cada dia com consciência estabelece um roteiro de conquistas. Devemos observar o que somos, comparar com o que fomos e inserir condutas práticas para o que desejamos ser. 

Nossos defeitos devem estar no mapa, nos limites de nossas ações, pois por menores que pareçam, estes apontam imperfeições muito maiores na materialização dos eventos.  Notadamente, o egoísmo, o orgulho, a vaidade, a presunção, a intolerância, a inveja e a indiferença são páreos difíceis para o nosso caminho de auto superações.

Ao reconhecermos a origem de nossa bagagem nos tornamos aptos a ir esvaziando o peso para a facilitação da jornada. É claro que não podemos (e nem devemos tentar) apagar a história de nossa vida. A questão é simplesmente atualizar os fatos. Façamos como um jornal de notícias, vamos irradiar as notícias que gostaríamos de ser, não aquelas que estiveram presentes em nosso passado. Vamos publicar Luzes, publicar sentimentos, idéias, pensamentos e atitudes grandiosos.

Um bom direcionamento de vida não significa dogmatizarmos as crenças, não é esta rigidez quem define o acerto.

As regras devem contemplar o respeito evolucional de todos os seres que passaram, estão passando e hão de passar por este Universo, incluindo aqueles que não podemos ver.



Toda pessoa que caminha na direção de um ideal de vida superior estabelece um foco além das picuinhas do dia a dia. Ela sente-se mais segura com a percepção de que é parte de um Todo e, desta forma consegue melhor usufruir dos pequenos prazeres que a vida lhe proporciona sem infundadas ilusões. A razão última de estarmos aqui é aprendermos o sentido real da felicidade e disto, fazermos felizes aqueles com os quais coexistimos.

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