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domingo, 18 de setembro de 2016

Nós e os Números

Desde o início dos tempos, a matemática ocupa um lugar de destaque no desenvolvimento humano.

Quando a matemática foi utilizada para comparar a comunicação, nasceram as ciências numerológicas.

Ninguém sabe ao certo quando a primeira experiência entre números e palavras aconteceu.

O que sabemos, comprovado por textos é que:

1. Na antiga China o número inspirou ao modelo do código das mutações, o mais antigo documento da escrita humana (ca. 8.000 a.c. ). Estes documentos provam a intenção do homem em decifrar a comunicação social em números.

2. Na Grécia antiga, em ca. 630 a.C. o sábio "cientista dos números" Pythagoras, compilou os conhecimentos das civilizações egípcia, sumeriana, caldéica e hindo asiática. Sob esta compilação, o mestre criou o mais notável sistema de avaliação entre palavras e resultados. Aplicando os resultados de suas descobertas, Pythagoras manifestou na prática, alguns dos milagres do Cristo, como o ato de andar sobre as águas. Além disto seu sistema, dividido em tres esferas de 9 partes cada, serviu de base para a criação o modelo hebraico de interpretar números, a Kabbalah.

3. A Kabbalah utiliza os fundamentos das culturas numéricas ancestrais, adaptando-os à filosofia do Deus uno. A idéia de um referencial pleno, o átomo de toda a criação, também é decorrente de interações culturais. Basta averiguar que a palavra "atman" em sânscrito, é o símbolo da unidade do ser, aquilo que inspira e expira. Não fica longe deste simbolismo a visão do símbolo universal do Yin-Yang, preconizada pela cultura oriental como a origem de tudo o que existe.

A estrutura de todos os elementos, visíveis ou invisíveis, é subordinada ao conceito de uma tríplice manifestação.

A saber:

A realidade, o desejo e a oportunidade.
Sob diversas interpretações, esta tríplice interação tem servido de veículo para o homem construir elementos materiais, elementos ideológicos e abertura de portais ao inusitado.
A relação com o úmero 3, portanto, é a mais importante, quando desejamos conceber algo eterno.
Algumas faces deste ternário estão presentes, imperceptivelmente em nosso dia a dia:
A célula "tr" envolve tudo aquilo que ultrapassa um conceito estático. Nós herdamos este vínculo com as mais remotas origens da criação da linguagem.
Observe:
Escrever = tornar algo realizado, expressar uma realidade.
Descrever = Dualizar os aspectos, contrapor argumentos, sem necessariamente criar um caminho novo
Transcrever = deduzir, copiar uma realidade, acrescentando um elemento próprio do transcritor.
Em outro aspecto:
Ascender = subir, elevar-se, formar um vínculo com aquilo que está acima
Descender = agregar, estabelecer um vínculo parcial com algo precedente
Transcender = elevar, dualizar, ultraprassando os dois atributos para uma nova forma
A língua inglesa incorpora uma virtude incrível com estas origens, quando expressamos a palavra "thruth". O "thr" é o símbolo de algo que ultrapassa o fato e.qualquer discussão que se faça a respeito dele!



Em todas as nossas atividades, nós criamos pontes comunicativas.

Algumas destas pontes se estabelecem no plano da unidade.

Algumas são administrativas, elas envolvem constante análise dedutiva.

As oportunidades são relegadas ao plano do terceiro aspecto. Nós não dialogamos com a oportunidade, nem sequer podemos deduzí-las para poder compreendê-las. A oportunidade "é o que é". Assim, quem está preparado, adentra, quem não está, fica de fora.

Todo o manejo do Sucesso envolve um cuidadoso manejo das condições de preparo para tornar a oportunidade o melhor de nossos momentos. É através dela que podemos transformar, como em um passe de mágica, o chumbo em ouro.
Na visão de célebres pensadores, artistas e religiosos, tudo o que devemos fazer na vida é "nos preparar".
Shakespeare disse:
"A oportunidade bate uma vez só"
Magdalena Tagliaferro, uma das mais importantes pianistas do Brasil, disse:
"Para o Sucesso, o importante é estar preparado".
Jesus disse:
"Preparaivos, porque ninguém sabe a que horas Ele vem"
Sob este contexto, o foco, para obter algo, consiste em alicerçar os elementos de maneira a estruturar a "cama" da oportunidade. Sabemos que ela vem, quando vem, será obra das circunstâncias. Quanto mais circunstâncias de probabilidade criarmos, mais cedo teremos a oportunidade batendo em nossa porta!
Cada palavra possui números, capazes de conectar semelhantes. Ao conhecer a conexão correta, criamos a "cama" para o advento da oportunidade. As. palavras devem ser aplicadas na dimensão prática, isto é, em ambientes compatíveis (pessoas, lugares, eventos).
Ao criarmos a consciência da interação comunicativa, poderemos dissertar um pouco sobre o valor dos números.
Na visão pitagórica verdadeira existem 3 mundos:


Material
Mental
Espiritual


Cada um destes mundos obedece a funções diferentes, interligadas entre sí.
O mundo físico representa aquilo que vemos, tocamos, ou fazemos uso com os aspectos materiais do nosso organismo. Incluem-se neste mundo dois importantes setores. O primeiro é visível, o segundo, é invisível. O aspecto visível é alicerçado pela luz em primeiro lugar, seguido pelo som. O aspecto invisível traduz o que denominamos "magnetismo", uma projeção elétrica das funções metabólicas físicas. Portanto, o mundo material, não é só feito daquilo que vemos ou ouvimos, mas, de um segredo, chamado atrativo magnético.
O mundo mental é, como sugere o nome, o reino da mente. Neste mundo a liderança é obtida no controle de emoções e pensamentos. Neste mundo, os elementos não precisam estar agregados a formas materiais para existirem. Eles podem "viajar" pelo espaço, isentos das limitações do corpo físico. Nada resume melhor estes atributos do que a palavra "imaginação". O mundo mental possui 7 sub dimensões, todas criadas e desdobradas pelos processos da mente.
O terceiro mundo é chamado de mundo espiritual. Ele se situa em um patamar além da matéria e da mente. Por não possuir raízes mentais, a palavra que mais traduz o seu verdadeiro significado é originada do sânscrito, "Nirvana". Nirvana é o átrio sagrado onde inexite bem ou mal, não há separação, apenas um imenso vazio. O "Nirvana" é o primeiro patamar para a grande experiência espiritual. A meditação é o caminho para silenciar os anseios do corpo e da mente.
Na visão de Pythagoras, cada uma das dimensões, Física, Mental e Espiritual, possui 9 aspectos fundamentais. Estes aspectos edificam um organograma original de 27 elementos.

O 27 faz uma analogia a uma grande batalha.

O seu significado pitagórico é "bravura, firmeza". A careza do guerreiro é a sua maior virtude. O 27 estabelece uma certeza íntima de que nada pode deter o curso do desenvolvimento. O porque deste significado se constitui em uma prova cabal da unidade de Pythagoras com a origem hindo asiática da forma. No Bhagavad Gitâ, o milenar livro da consciência espiritual indiana, o mundo nasceu a partir de uma grande batalha. Nesta batalha foi consagrada a coragem do jovem Krishna, o Deus-Homem que se insere no desenvolvimento da civilização humana. Ao dispor de virtudes como "o mais belo semblante físico, a mais límpida das mentes e a mais cintilante presença espiritual", Krishna se depara com a batalha da Criação, onde estabelece o plano de desenvolvimento da raça humana.
Quando os três mundos são transcritos para a forma hebraica, muitos destes argumentos mudam de ordem. Uma das preocupações dos cabalistas hebreus, estabelecidos a partir de 3 ou 4 séculos depois da partida de Pythagoras, foi a de adaptar, transcrever o modelo para a sabedoria judaica. Neste processo, observe, eles tiveram de adaptar o alfabeto, e assim, os números passaram a quotizar referências especiais para a doutrina religiosa daquele povo. Embora a adaptação utilize uma visão filosófica diversa, a origem é a mesma. Existem apenas três mundos para.a formação do destino. Todas as conexões realizadas entre eles, embora sob nomes e eventualmente, números diferentes, se alicerçam sob um mesmo organograma universal de poderes.

A mudança dos termos é outro assunto interessante. A palavra "Gematria" em português, se refere a criar a origem, estabelecer as pontes comunicativas das origens. Esta palavra é de utilização cabalística para unir as origens de um mundo a outro. No hebraico, "Gematar" é exatamente a palavra que traduz este aspecto. Não por acaso, a etiologia das palavras é similar. No "Gematar", o cabalista precisa definir "como" e sob que condições, os mundos se comunicam.

Cada um dos mundos, como dissemos, se estabelece em 9 diferentes significados. Este aspecto nos indica uma clara definição da razão dos fatores. Um número como 111, por exemplo, possui 1 no aspecto físico, 1 no aspecto mental e 1 no espiritual.
Cada uma destas colocações permite afirmar que este número deve ser algo de grande poder. A unidade primordial é o número 1. E realmente o é. Este número, 111, significa o "nascimento do sol". É o sol nascente.
Qual o nome o país do sol nascente?
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Se você deduziu, Japão, acertou
Sim, este país possui o número 111, é o lugar onde se criam os elementos do novo... mas sob a interpretação deste nome, apenas, na língua inglesa.

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