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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Direto ao Porto

Sorte e azar andam sempre de mãos dadas.
A sorte de um... pode ser o infortúnio de outro.

Como a alternância de ciclos é complexa... existe quem creia na majoração de um ou outro lado da moeda.

Evidentemente, quando a sorte lhe sorri, abra as portas a ela.
Por antídoto eficaz, se ela está ausente, não reclame, pois o ato de reclamar, pertence à face oposta da moeda!

A primeira estratégia mental na adversidade é: mantenha-se perseverante.

Para uma abordagem imparcial do problema, precisamos estabelecer critérios sensatos.

Em primeiro lugar, a atração obedece a um chamado.

Quem chama, sempre é atendido.

Para enfrentar as oportunidades da vida, complexas, precisamos seguir uma estratégia cabal.

Em primeiro lugar, concentre-se no ponto mais íntimo do seu ser.
Relaxe e penetre no seu interior.

O mais antigo livro da Índia, o Bhagavad Gita, nos ensina que o desejo nasce de dentro.
Para desejar com vigor, portanto, precisamos entrar em nossa própria casa.
A sua casa é o seu interior.

Olhe para dentro. A mansão é vasta, irrestrita como o infinito.

Chama-se “nirvana” a este estado idílico, estado de sonhos, onde o real e o imaginário se encontram.

Ali, a matéria é menos importante do que o estado mental.

Neste lugar, você pode ter tudo o que imaginar.

Semelhante a um veleiro branco cruzando a linha do horizonte,  a permanência com o continente,  a matéria, torna-se irrelevante.

O seu objetivo é navegar. Você navega para o seu próximo porto.

A jornada pode ter calmarias ou furacões... o importante é você manter o barco longe da costa.





A costa, como lhe confirmarão os mais experientes marinheiros, é o lugar mais perigoso para se navegar... nela o barco pode soçobrar nas pedras,  ou ficar preso em bancos de areia... nela, a liberdade de opção é restrita.
Assim, o seu desejo deve ser feito longe da costa, longe dos apegos consumados pelo dia a dia.

O destino, objeto do seu desejo, precisa da liberdade do grande oceano universal.

Navegando nas águas profundas dos seus sete mares, você poderá arrumar as velas em acordo com o tempo.

O veleiro veleja com a arte de utilizar as forças da natureza. A natureza, é irracional. Você é o capitão, e portanto, pode navegar a favor do vento, de lado com ele, ou em ângulo estreito.

Jamais contra o vento.

De igual forma, vestido de humores, o oceano pode ser plácido ou turbulento.

É raro um veleiro traçar uma linha reta duas vezes.

Na vida, é pouco comum atingirmos o mesmo destino de maneira igual.
As oportunidades da vida são semelhantes a sorteios de loteria... se você ganhou hoje a mega sena, e vier a ganhar novamente no futuro, serão outros números!

Escute o vento.
Descubra para onde ele está soprando neste momento.

O vento é a força dos acontecimentos, ele corresponde ao lugar onde você está, sua família, sua cidade, seu país.  São as pessoas, os bens morais, culturais e materiais...
É a força que está naturalmente lhe empurrando.

Se você se deixar levar... para onde este vento lhe leva?

Ajuste o leme, ajuste as velas.

Observe... o vento leva você ao destino?

Em ventos fortes, contrários, o oceano se une à fúria natural.
Em ventos fracos, as correntes marinhas podem prevalecer...
As emoções se unem ao impacto do vento.
No caminho do vento, ele vai arrebanhando emoções, fazendo ondas cada vez maiores... e quando a tempestade é grande, as emoções se endurecem. Na placidez do tempo, as correntes marinhas podem levar o barco para mares inexplorados...

Observe as ondas da emoção... a sua estratégia precisa driblar as ondas. Muitas emoções podem ser maiores que você. A dor, o medo, a incerteza, o ódio e o desamor, são conhecidas ondas de tempestade.

Na hora da tempestade, não jogue uma âncora... isto de nada adiantará.
Nosso desejo deve respeitar os fatos naturais... e isto consiste em vestir uma capa de chuva se está chovendo... ao invés de fingir que o sol ainda brilha!
Na hora da tempestade, arrie as velas, evite confiar nas ondas... pois quem sabe, atrás de uma delas pode surgir uma parede maciça com 30 metros de água... enfrente as ondas, esteja preparado para a surpresa. Enfrente seus medos, crie em você a sagacidade de quem sabe confiar no seu leme. Faça vigília, pois na tempestade, quem dorme pode perder o barco.

As tempestades são passageiras. As comoções em nossas vidas são passageiras.
Estar preparado é seguir o caminho mais sensato às circunstâncias de nossa viagem.


Mantenha-se informado, o tanto quanto possível, do seu rumo. Modifique a posição sem perder de vista o seu alvo. E se o caso é de tempestade... fique longe da costa!



você pode ir mais longe

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A Vida é um Sopro do Amor de Deus

Somos todos abençoados pela oportunidade existencial.... estar aqui é o maior dos presentes.

Seu Mestre o(a) aguarda, no íntimo de sua alma.

O Mestre interior é a chave para nos conectarmos ao Mestre exterior.

Como disse Shirley MacLaine, temos muitas vidas e muitos Mestres na existência.

O Mestre interior está com um caminho facilitado.

Para encontrá-lo, acesse o segredo de seu coração...aqui tem uma dica essencial..escute e faça a auto imantação.







Pratique a Meditação guiada, em áudio, pelo menos 1 vez por dia.

Deixe-se envolver.

Depois de seguir esta introdução por um mínimo de 181 dias (seis meses), sem um único dia de pausa, muitas coisas passarão a acontecer em sua vida.

Neste meio tempo, estude como criar seus diamantes existenciais. Diamantes são para sempre. A Luz que emite precisa ser rica em 3 aspectos, simultâneos, que geram uma coroa de 7 diamantes cósmicos:



3 poderes espirituais devem ser reverenciados, o Pai, o Filho e o Espírito Santo...ou A Verdade, A Imaginação e A Oportunidade.

Deus é a Verdade. O Filho é a capacidade de nos comunicarmos, o meio. O Espírito Santo é a inocência como aceitamos as regras do jogo.


2 Poderes devem ser outorgados à Mente:

Aceitar e Observar.

A aceitação de algo nos permite crescer com ele. Por exemplo, você aceita o fato de estar aqui para ser rico(a), abençoado(a), protegido(a) e guiado(a) à felicidade.

A Observação nos permite desvincular a Mente do que é transitório.

2 Poderes devem ser manifestados no Físico:

Atitude e Agradecimento

A Atitude nos permite agir em prol das causas urgentes. Ela nos provê da energia que estimula as mudanças.

O ato de Agradecer nos permite criar o discernimento prático que separa as coisas possíveis das impossíveis.

Cada um de nós possui uma coroa diferente de diamantes existenciais.

Eles se revestem de nomes distintos, porém, no curso da realização dos eventos, são aqueles que tornam possível a manifestação do Poder Divino.
.

vivencie estes ensinamentos:


sábado, 6 de setembro de 2014

Yoga para o corpo e mente e dicas secretas da mega


Resultados de pesquisa coordenada por brasileiros, recém-publicados no periódico científico Consciousness and Cognition, comprovam benefícios da prática
De todas as cartografias da mente desenvolvidas pela espécie humana, o ioga é uma das mais sagradas, antigas e complexas. Por meio de exercícios de respiração, postura, vocalização, meditação e outros mistérios, o ioga construiu uma reputação milenar como prática saudável. Segundo os upanixades, escrituras hindus cujas origens datam dos tempos do Buda (cerca de 400 a.C), “não conhece doença, velhice nem sofrimento aquele que forja seu corpo no fogo do ioga. Atividade, saúde, libertação dos condicionamentos, circunspecção, eloquência, cheiro agradável e pouca secreção são os sinais pelos quais o ioga manifesta seu poder”.

Entre os adeptos, acredita-se que a atividade proporciona melhoria da memória e redução da tensão emocional. Os efeitos benéficos sobre a cognição podem derivar dos exercícios de atenção ativa sobre a respiração e os músculos. Por outro lado, o favorecimento do intelecto talvez seja indiretamente obtido pela atenuação de condições psicologicamente debilitantes associadas com déficits, como a depressão. Estudos científicos apoiam a ideia de que os benefícios do ioga decorrem da regulação do eixo hipotálamo-pituitária- adrenal e do sistema nervoso autônomo. Entretanto, diversos fatores prejudicam a interpretação dos resultados. Em primeiro lugar, os estudos não controlaram os efeitos intrínsecos ao exercício físico, utilizando como grupo controle pessoas que não fazem a atividade física regularmente. Além disso, a maioria dos estudos investigou os efeitos do ioga associada com medicação, dietas e outras terapias. Finalmente, a maioria dessas pesquisas foi realizada em populações orientais culturalmente predispostas a essa prática.

Buscando a resolução dessas dúvidas, a neurocientista Regina Silva e seu doutorando Kliger Rocha, do Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (FRN), lideraram uma equipe de investigação sobre os efeitos do ioga na memória, medidas psicológicas e níveis de cortisol em brasileiros adultos. Trinta e seis homens sem conhecimento prévio do ioga, integrantes do Exército Brasileiro, fora submetidos ao experimento por um período de seis meses. Um grupo participou de duas aulas de ioga por semana, mais duas aulas de  exercícios físicos convencionais. Outro grupo (controle) participou apenas de exercícios físicos (quatro aulas por semana). Verificou-se ao final do experimento que o ioga promoveu uma diminuição dos parâmetros psicológicos relacionados à depressão, estressee ansiedade, bem como uma melhoria do desempenho mnemônico em uma tarefa de reconhecimento de palavras, tanto no curto quanto no longo prazo.

Houve também uma significativa redução dos níveis de cortisol, hormônio diretamente envolvido na resposta ao estresse. Os efeitos nessa população ocidental não exposta a outras terapias adjuvantes superaram os efeitos simplesmente relacionados à prática física convencional.

Os resultados, recém-publicados no periódico científico Consciousness and Cognition, generalizam e corroboram os benefícios específicos da prática. Com certeza há muitas outras fronteiras científicas a explorar nos arcanos segredos do ioga, herança poderosa a iluminar a autodescoberta humana. Mapa da mina da vida, o ioga pede passagem.


Sidarta Ribeiro




dicas para ficar rico na mega 1633:

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09
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35
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42

1 a 3 números aqui!

dicas para a mega 1634


14
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08
21
13
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pelo menos 1 número tende a vir deste grupo (98% de certezas!)



mega 1635


14
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21
13
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1 a 3 números aqui (mesmo grupo!!!!) agora com 99% de certezas




mega 1636


15 28 42 48 52 03
12 13 19 27 49 59
31 37 40 44 53 57
16 47 29 38 60 04
10 30 51 54 55 06
11 17 35 56 58 02
09 23 25 36 46 01
22 20 21 26 39 05
14 24 33 41 45 07
18 32 34 43 50 08

neste local temos consecutividade de "duplos em diagonal" no limite.  Use isso para colocar a área do prêmio no lugar mais acertado!!!!

se você já sabe fazer filtros, é fácil. Você sabe o que isso significa...a mega é sua  amigo(a) e você MERECE VENCER. 

mas... se você não sabe usar isso...não adianta...você não pode merecer vencer a mega se não sabe usar as informações técnicas cedidas (uma pena isso, sentimos muito por você). 

Assim...pense comigo...você quer atravessar um desafio formidável...e vou dar de presente pra você um helicóptero. Mas se você não sabe pilotar, sinto muitíssimo, você vai ter de esperar a "sorte igual pra todos" de algum evento lhe colocar do lado de lá, onde estão os prêmios.


99.9% das pessoas , desculpe o que vou dizer, "merecem deixar de vencer". Porque não pensam, aceitam a farsa do governo e jogam "na sorte". Pior... quando são colocados os itens que permitem vencer um desafio formidável, como agora,  um favorecimento capaz de  retirar mais de 99% do volume  de combinações erradas do jogo, essas pessoas PERDEM por não se aplicarem com a minima formação.

Os cursos são para membros. E são acessíveis. E quem é membro, ademais, tem software pra usar isso....

você não vai voar direot aos premios amigo(a), a menos que coloque isso na cabeça: 

PRECISA ESTUDAR.

E loteria tem curso que não se ensina na escola comum...

clubedasloterias  [@]  live.com


agora: módulos  com parcelamento...a partir de menos de R$ 30- por mês e você pode entrar no conhecimento seleto...sem desculpas portanto a quem  se dizia "sem recursos".



sábado, 30 de agosto de 2014

Enquanto existir amor

O mundo inteiro resplandece uando uma genuina manifestação de solidariedade eclode.





Crie e multiplique aquilo que o vil metal jamais poderá comprar.




Uma existência rica em realizações para você...vença em todas as loterias.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Ex engraxate revela como ficou milionario

As pessoas mais medíocres sempre pensam que quem nasce pobre morre pobre.

Felizmente, a mediocridade desses arrogantes acaba por ser desvanecida por exemplos dignos como os desse gigante do empreendedorismo, que você pode conferir a seguir:


Dono da única empresa brasileira fabricante de papel de parede, José Eduardo Trindade conta como venceu multinacionais do ramo.
Divulgação
Ele é dono da única empresa de papel de parede do País
Experiência não falta a José Eduardo Trindade (1933-2014), o bem sucedido empresário de 80 anos que comandou mais 47 anos da Bobinex, a única fabricante nacional de papel de parede. 

Trabalhando por mais de 70 anos, o paulista de São Simão nos contou muitas histórias para contar. Aos nove anos veio morar na capital com os pais e oito irmãos. “Ao chegar, fui pedir trabalho numa sapataria.” Assim, aos nove anos, começou no batente. “Fui engraxate, verdureiro, office boy e faturista”, disse. Nesse meio tempo, Trindade estudava à noite e, em paralelo, jogava futebol no Palmeiras. 


Ao completar 21 anos, já comandava uma equipe de 120 pessoas como gerente geral de vendas de uma empresa de etiquetas adesivas. Mesmo assim, não estava satisfeito. “Eu queria comprar uma casa para minha mãe. Fui pedir aumento e não obtive, então resolvi montar meu próprio negócio”, recorda. Primeiro, criou uma empresa de adesivos, que não deu certo. Depois, junto com um dos irmãos, teve uma companhia de embalagens. “A partir desse negócio comprei a Bobilinea, que batizei como Bobinex, em 1967.”




Ao longo de 47 anos como empresário, Trindade teve como concorrentes quatro multinacionais e cinco empresas nacionais. “Há oito anos a Bobinex não tem mais concorrentes no País. Nós sobrevivemos porque inovamos, criando também fitas de borda para o setor moveleiro e uma placa de papel que lembra fórmica e dá um ótimo acabamento aos móveis.” Hoje, sua empresa produz 50 mil rolos de papel de parede por mês e distribui seus produtos para mais de três mil pontos de revenda.



Segundo Trindade, para ser um empresário bem sucedido é preciso ser objetivo, saber onde quer chegar e sempre perguntar Por que? Como? Quanto custa? “Também tem de trabalhar muito, porque a sorte premia quem está em busca. Ela vem quando você faz por merecer.”


Nossa homenagem a este digno exemplo de dignidade. Obrigado José. Que você continue brilhante trajetória entre os imortais, aqueles que nunca desistem de seus sonhos.
Mova-se...sorte existe pra quem se prepara para a receber . Existe capacidade de receber o momento.

Para provar isso, participe neste domingo da III jornada preditiva da Lotofacil 1097!

Descubra números prováveis e improváveis e conquiste grandes premiações.




Skype clubedasloterias

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Como ser feliz sozinho


Certa vez Tom Jobim disse em sua canção: "É impossível ser feliz sozinho". Mas sua visão era poética, e como em toda poesia, o romantismo e o sofrimento se fazem presentes para expressar um estado melancólico do ser. Afinal, qual é a boa poesia que trata da felicidade sem dramas?







Como ser feliz sozinho quando tudo o que se quer é ser amado? O princípio textual da questão já traz a própria resposta em si. Ao perguntarmos dessa maneira, estamos justamente impondo uma condição para a felicidade, tornando-a uma moeda de troca. Assim, a felicidade só pode vir quando agimos de determinada maneira. Essa é uma característica mental de enxergar o que é ser feliz, e sua relação está presente na satisfação, não na felicidade.




como é a maneira pela qual podemos alcançar a felicidade, de modo que ela seria algo externo, uma meta, um lugar a ser alcançado. Quando dizemos que tudo o queremos é sermos amados, estamos nos tornando apenas mendigos, implorando por amor, implorando por algo que não temos. Se tivéssemos amor, não precisaríamos querer ser amados. Se amássemos a nós mesmos, não precisaríamos ser amados. E justamente por não amarmos a nós mesmos, é que somos incapazes de amar a outrem.

Então a questão de carência de amor tem uma extensão caótica, pois que o amor que necessitados é o amor que não podemos dar. Eis então o porquê de nos sentirmos tão desolados e sozinhos. Não podemos suprir outras pessoas se não suprimos a nós mesmos.

Mas a solidão mencionada só pode ser sentida quando não existe esse amor próprio. Estar sozinho não constitui solidão e tristeza, apenas o sentimento de carência pode constituí-la. Podemos estar entre dezenas de pessoas e mesmo assim nos sentirmos sozinhos.

Como podemos ser felizes sozinhos? Ora, a pergunta já não se sustenta mais, pois que na verdade só é possível ser feliz quando estamos sozinhos. Não existe outra forma.

A felicidade não depende de uma condição. Deste modo, querer ter alguém do lado para tentar ser feliz já descarta todas as possibilidades, pois que se criou uma imagem de felicidade relativa a esta pessoa. Portanto, sem esta, a felicidade torna-se impossível. Não se trata de felicidade, trata-se de satisfação e conforto.

Se você só é feliz com sua esposa, o que acontecerá se o casamento acabar? Se você só é feliz com seu marido, o que acontecerá se ele vier a falecer? Se você só é feliz com seus filhos, o que acontecerá se eles saírem de casa? A felicidade não existe como condição.
O estado de felicidade só pode ser experenciado sozinho, pois o que sentimos não pode ser compartilhado já que estamos segregados. Podemos tentar expressá-lo, podemos tentar dar referências, podemos até nos iludir achando que tudo isso funciona, mas o que é nosso, de nosso interior, não pode estar no coração de terceiros, a menos que eles também cheguem ao mesmo estado por si mesmos. Contudo, mesmo nesses casos, as experiências diferem.

Pois a felicidade não pode ser imposta, não pode ser dada, não pode ser ensinada. Quando queremos compartilhá-la, pois que a felicidade sempre nos traz o sentimento de fraternidade, o que fazemos é apenas mostrar a outras pessoas uma faísca daquilo que sentimos. Por mais que nos esforcemos, nunca a outra pessoa saberá o que está em nossos corações.


Quem está feliz não se sente sozinho; quem ama e respeita a si próprio, nunca se sente sozinho, pois não há carências, não há condições, não há dependências. Então, inevitavelmente a felicidade alcançada na solidão de nós mesmos já destrói a própria solidão.






Não queira ser feliz com outra pessoa; apenas queira ser feliz onde você está. Há coisas na vida que são maravilhosas de serem compartilhadas, mas sua maioria tem origem primeiro em nós mesmos. Se a felicidade não está presente quando estamos sozinhos, como poderemos compartilhá-la com outras pessoas?

Seja feliz em seu próprio centro. Pura felicidade, sem condições, sem crenças, sem ferramentas, sem "comos" e "porquês". Apenas experencie isso. Aí sim você estará pronto para compartilhá-la com o mundo.

Autoria: Marcos Keld

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Carpe Diem

O grande desafio humano, nestes dias de aridez existencial, é conseguir acessar um nível de experiência de vida que lhe seja satisfatória. A luta contra o tédio e a melancolia, e ao mesmo tempo, a busca por um estilo de vida embuído de significado e propósito constituem-se na luta acirrada do homem e da mulher contemporâneos.

Isso me faz lembrar da história de um grupo de alunos de uma conceituada escola preparatória dos EUA. Ela foi contada no filme “A Sociedade dos Poetas Mortos”. Tudo começa quando o professor John Keating, estrelado pelo ator Robin Willians, substitui outro professor na disciplina de literatura. Na primeira aula Keating, para o espanto dos alunos, chama a todos para fora da sala e os leva a um hall onde se encontravam vários quadros com o retrato de turmas que já tinham passado pela escola. Keating começa a ministrar àquele grupo de rapazes desconfiados o legado que o olhar e a fisionomia daqueles estudantes antigos lhes queria transmitir. E o legado era “Carpe Diem”.

Antes disso o professor já lhes havia introduzido ao significado desta frase “Carpe Diem”. Trata-se de duas palavras em latim que significavam “aproveite o dia”. Keating surpreende aquele grupo de adolescentes, que a princípio não estava entendendo muita coisa, lhes dizendo que os alunos imortalizados naquelas fotos lhes transmitiam seu legado: “Carpe diem! Aproveitem o dia, rapazes! Fçam de suas vidas algo extraordinário”. Bem, não vou contar o restante do filme, pois, se você ainda não o assistiu, encorajo-o a fazê-lo.

Carpe Diem é o próprio grito de guerra daqueles que não se resignam a viver vidas superficiais e diminuídas. É o estandarte que os que buscam agregar valor e propósito à existência carregam. Crape Diem é o lema dos que lutam contra o tédio e a melancolia. Voltando ao filme, Carpe Diem é a grande descoberta que cada um daqueles jovens vai fazendo acerca da própria vida nas suas multiformes dimensões: amizade, amores, personalidade, vocação etc. Carpe Diem é a grande descoberta da vida deles.

Confesso que da minha também foi. O filme me impactou para sempre. Contudo, esta não foi a minha maior surpresa em relação a este conceito de carpe diem. Ó! Quão grande foi meu susto quando descobri que a Bíblia, a milhares de anos atrás, já descobrira que a vida é algo feito para ser o mais extraordinário possível. Que se pode, sim, alçar um vôo acima das densas nuvens tempestuosas da mediocridade. E avistar um céu limpo de possibilidades e esperança.

O livro de Eclesiastes, em especial, nos conduz por esta releitura da vida. Isso não significa que ele a mascare amenizando assim a realidade. Não, pelo contrário. Eclesiastes mostra como a vida realmente é: uma sucessão de acontecimentos repetitivos, cíclicos que parecem nos levar sempre para o mesmo lugar. Esta aparente “mesmice” é de onde se origina o tédio e a melancolia que tanto tem caracterizado a saga humana por estes séculos.

Eclesiastes faz parte na bíblia do bloco dos escritos sapienciais. A sabedoria de viver é o assunto principal destes escritos. No salmo 90, atribuído a Moisés, lemos o seguinte no verso 12:

“Ensina-nos a contar nossos dias para que alcancemos coração sábio”

Para o judeu há basicamente uma grande diferença entre sabedoria e inteligência. Esta trata meramente da intelectualidade, da quantidade de informação comportada no cérebro, enquanto aquela tem a ver com a experiência adquirida com o passar dos dias que acabam por nos ensinar a viver, e a viver bem. Logo, isso é sabedoria: a arte de viver bem. Simplificando, este é o pedido de Moisés a Deus: Senhor, ensina-nos a vivermos com qualidade, com significado e com propósito. Mostra-nos como fazer da vida algo extraordinário”. Carpe Diem!!! É disso que Moisés está tratando. Não é incrível!?

Voltando ao livro de Eclesiastes, é exatamente sobre isso que ele nos instrui. A como vivermos com qualidade e com significado em meio às desventuras desta vida repetitiva. O desafio de encontrar singularidade e profundidade na rotina do cotidiano. Há um capítulo que, de forma especial, nos faz este convite. Este é o capítulo 9, mas especificamente os versos de 7 a 10:

(7)“Vai e come com alegria o teu pão e bebe o teu vinho com coração contente; pois há muito tempo Deus se agradou do que tu fazes.

(8) Sejam as tuas vestes sempre bem cuidadas, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.

(9) Desfruta a vida com a mulher que amas todos os dias desta vida de ilusão, que Deus te deu debaixo do sol, sim em todos os dias da tua vida de ilusão. Porque essa é a tua recompensa nesta vida pelo trabalho que fazes debaixo do sol.

(10) Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o com todas as tuas forças, porque na sepultura, para onde vais, não há trabalho, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria.”

Nestas breves sentenças destilam princípios que nos ajudam a extrair da vida, a despeito dos entraves, todo seu potencial criador. São atitudes práticas que nos farão conectar com esta sabedoria que desemboca em águas profundas.

Primeiramente, devemos aprender a nos alegrar com as coisas simples desta vida. Isso é descrito nas palavras do verso 7 - “Vai e come com alegria o teu pão e bebe o teu vinho com coração contente”. Alcançar alegria e contentamento nas coisas simples e efêmeras: eis o grande desafio. Isso é substancialmente o contrário do que a sociedade tem feito as pessoas acreditar. Que é necessário ter muito para que se seja feliz. Que a essência da vida está nas grandes coisas, nos grandes momentos, nos grande lugares. Quando necessariamente isso não é verdade. Somos uma geração de pessoas que desaprenderão a saborear os pequenos momentos. Isso fica bem claro quando pensamos em como nos alimentamos. Nos esquecemos que a boca não foi feita apenas para que o alimento entre no nosso corpo, mas, também para que experimentemos o prazer que o sabor dos mesmos nos proporcionam. Porém, a pressa destes dias nos leva a a engolirmos a comida em meio a garfadas de ritmo frenético. Sem ao menos dar espaço para que a alegria e a gratidão surjam entre elas. Definitivamente a vida não é complicada. Nós é que a tornamos com nossa sede doentia por glamour e compexidade. Simplificar os dias celebrando as coisas simples que Deus coloca diante de nós, é o segredo da felicidade perene.

Em segundo, necessitamos aprender também a nos alegrar com as coisas simples da vida, desfrutando-as ao lado das pessoas que amamos. O verso 9 nos exorta a fazer isso - Desfruta a vida com a mulher que amas todos os dias desta vida de ilusão, que Deus te deu debaixo do sol”. A “mulher que amas” simboliza toda a gama de pessoas cuja vida e presença são significativas para nós. Devemos, a cada momento nos fazer a seguinte pergunta: Onde estão as pessoas que eu amo e que me amam também? As coisas ordinárias da vida ganham seu significado pleno quando compartilhadas com alguém, principalmente com pessoas com quem temos laços afetivos profundos. Infelizmente vivemos numa sociedade individualista onde o ser humano se sente cada vez mais solitário em meio à multidão. Esta mesma sociedade nos desencoraja na busca de fomentarmos relacionamentos profundos e duradouros. Sair de dentro desta casca isolante é que é o nosso grande desafio. Tendo isso em mente é que devemos lutar para firmar amizades que já temos e nos abrir para cultivarmos novas. Amizades verdadeiras vão além de encontros esporádicos em meio a festas de conhecidos em comum e conversas cibernéticas diante do monitos de um computador. Amizade é gastar tempo juntos, mesmo que seja o mínimo. É via de mão dupla: dar e receber. Amizade significa compartilhar vida. Quantos amigos você tem? A quanto tempo não os visita? Igualmente, e nem por isso menos importante, devemos também investir em momentos com a família. Família aqui num sentido mais geral do termo. Na sociedade individualista e isolacionista dos dias de hoje, somos, com frequência, convidados a nos enconder por detrás de nossas atividades como trabalho, cursos, afazeres domésticos, robs pessoais etc. E na grande maioria das vezes, inexoravelmente, estas coisas nos afastam, porque lhe tomam o lugar, da família. Contudo, devemos esmurrar e lutar para abrir buracos em nossa agenda criando, assim, tempo para estarmos juntos com nossos queridos. Talvez amanhã seja tarde demais para dizer “te amo”.







Por último temos uma urgência enorme em aprender a viver com intensidade cada pequeno momento da vida, emprestando-lhes plenitude de significado. O sábio em Eclesiastes assim nos diz no verso 10 - “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o com todas as tuas forças”. Ou seja viva intensamente cada momento. E isso um de cada vez. No entanto, extrair a plenitude de significado dos pequenos e ordinários momentos que a vida nos proporciona, não significa nos deixar afogar ou ser atropledos por eles.

Um bom conselho para isso é viver um dia de cada vez. Estar totalmente presente no momento. Infelizmente vivemos em meio a uma sociedade pré – ocupada. Ou seja, pessoas que são viciadas em sofrer por antecedência. E com isso acabam abrindo suas vidas para a ansiedade, o medo e todo tipo de síndromes fobíticas e patologias auto-causadas. Não é a toa que os níveis de estresse em nossa sociedade estão altíssimos. Enquanto que as doenças cardio respiratórias e cardio vasculares se multiplicam. Contudo, podemos escapar deste quadro. E a grande notícia é que não precisamos esperar os chamados grandes momentos da vida como casamentos, nascimentos, festes de aniversário, para vivermos com intensidade de significado. Basta apenas que aprendamos a estarmos abertos e receptivos áquilo que nos é oferecido por detrás destes milhares de pequenos momentos do cotidiano. Assim, um almoço com amigos, uma visita a um parente querido, o abraço carinhoso de um filho, um passeio em família podem tornar-se verdadeiros sacramentos onde nos é oferecido algo que transcende o meramente humano e natural. Basta que nos entreguemos e vivenciemos com jubilosa alegria estes momentos que são verdadeiros milagres do comum.

É verdade! A vida algumas vezes é difícil, ária, sofrida. Cheia de dores, perdas e obstáculos. Todavia quem disse que ela tem de ser amarga, feia e sem sentido? Ver um sorriso na vida, ou não, só depende nós. Basta que resgatemos o valor das pequenas coisas. Que as desfrutemos na companhia de pessoas a quem amamos e que estes momentos sejam experienciados na sua plenitude de propósito e significado. Somente isso já basta. Assim veremos que Carpe Diem é algo mais do que parte do enredo de um bom filme. Trata-se da própria alegria da descoberta de que a vida foi feita para ser algo extraordinário. Que fomos feitos para algo a mais do que simplesmente virar comida de vermes.

“Eu vim para que tenham vida, e a tenham com PLENITUDE”

(Jesus Cristo – João 10:10b)

agradecimentos à amiga Ceciliana Rocha

terça-feira, 29 de julho de 2014

Caminhos da vida

Todo empreendimento, do mais simples, como o preparo de uma refeição ou a realização de uma viagem, ao mais complexos como o projeto de uma Transamazônica ou da produção de energia nuclear, requer um direcionamento racional, coerente e bem definido. Isto é necessário para evitar ao máximo possível os diversos transtornos causados por imprevistos, e bem assim os resultados indesejáveis.






Se os assuntos comuns já exigem tal responsabilidade, o que poderíamos dizer da vida, a razão existencial pessoal e  transcendental de nossa natureza.

O convite à existência foi feito, e nós o aceitamos. Fomos criados a partir de um sopro do desejo divinal. Agora, viver bem depende de nossas escolhas dentro das faculdades a nós concedidas. É o nosso livre arbítrio quem realiza as opções de nosso desenvolvimento.

Cabe portanto, a cada um de nós, optar conscientemente pelo sentido que deve dar à sua vida. Tudo se inicia com as perguntas certas.

Quem sou eu?
De onde eu vim?
Por quê estou aqui?
Onde estive "antes" e onde estarei "depois" desta existência?
Qual é o melhor caminho a seguir?

Dispomos certamente de excelentes parâmetros para decidir sobre o melhor sentido de vida, se desejamos viver da melhor maneira possível.

A humanidade conserva tesouros inestimáveis dos diversos povos. As leis naturais, os códigos de conduta religiosa, os pilares éticos e morais superiores, as conquistas científicas nos campos do desenvolvimento quântico...

Estamos vivendo um momento onde, conjugando tudo, podemos aceitar aquela frase oriental onde se diz:

"O Universo inteiro lhe pertence. Pegue tudo o que desejar, mas não se esqueça de pagar a conta na saida"

Em outras palavras, estamos com todos os alimentos sobre a mesa, e estes alimentos são provenientes de uma colheita, uma farta colheita de tudo o que há no Universo.


Como toda colheita é o resultado de um prévio cultivo, devemos estar atentos, pois a festa só continuará para os convidados aptos a financiarem o novo plantio.

Me parece bastante lógica esta posição, e pode ser comparada com a parábola do bom semeador, no cristianismo.

Jogam-se sementes em esforço contínuo, porque muitas vezes (como na agricultura), o investimento tem dificuldades em se multiplicar. Mas quando multiplica, alimenta muito mais do que a fome do semeador.... alimenta a própria humanidade.

Estabelecido assim, de maneira lúcida e consciente, o sentido certo para a vida que desejamos,o trabalho em semear já não deixa margem para dúvidas, incertezas, depressões. Devemos nos ocupar com o bem, isto sim preenche as lacunas e impede o desnorteio vital.

Já faz tempo que nos foram cedidas as bússolas e os sextantes. Ninguém pode dizer que desconhece os meios de encontrar o melhor caminho... e tampouco, minguém pode ser considerado cego a ponto de desconhecer a redenção da Luz.

Uma vez reconhecido esse direcionamento de vida, precisamos a ele nos engajar de fato. A idéia precisa se concretizar. como o que ocorre na comunhão entre o pensar e o agir.

Viver cada dia com consciência estabelece um roteiro de conquistas. Devemos observar o que somos, comparar com o que fomos e inserir condutas práticas para o que desejamos ser. 

Nossos defeitos devem estar no mapa, nos limites de nossas ações, pois por menores que pareçam, estes apontam imperfeições muito maiores na materialização dos eventos.  Notadamente, o egoísmo, o orgulho, a vaidade, a presunção, a intolerância, a inveja e a indiferença são páreos difíceis para o nosso caminho de auto superações.

Ao reconhecermos a origem de nossa bagagem nos tornamos aptos a ir esvaziando o peso para a facilitação da jornada. É claro que não podemos (e nem devemos tentar) apagar a história de nossa vida. A questão é simplesmente atualizar os fatos. Façamos como um jornal de notícias, vamos irradiar as notícias que gostaríamos de ser, não aquelas que estiveram presentes em nosso passado. Vamos publicar Luzes, publicar sentimentos, idéias, pensamentos e atitudes grandiosos.

Um bom direcionamento de vida não significa dogmatizarmos as crenças, não é esta rigidez quem define o acerto.

As regras devem contemplar o respeito evolucional de todos os seres que passaram, estão passando e hão de passar por este Universo, incluindo aqueles que não podemos ver.



Toda pessoa que caminha na direção de um ideal de vida superior estabelece um foco além das picuinhas do dia a dia. Ela sente-se mais segura com a percepção de que é parte de um Todo e, desta forma consegue melhor usufruir dos pequenos prazeres que a vida lhe proporciona sem infundadas ilusões. A razão última de estarmos aqui é aprendermos o sentido real da felicidade e disto, fazermos felizes aqueles com os quais coexistimos.