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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Pessoas que falam sozinhas tem mais chances de vencer na loteria

Pesquisa cientifica comprovou que as pessoas que falam sozinhas tem sensível aumento cognitivo.

Essa base de dados nos permite dizer que, na medida em que existe a tal "agulha perdida no palheiro de milhões de combinações da loteria", ela se comunica com o proprietário quando ele a chama. 

Isso ocorre em vários níveis de percepção. Alguns desses níveis são tão sutis que a gente acaba acreditando que são fruto da sorte". Mas "sorte" de fato, não existe. Existe "conectividade".

O recente caso do sr de idade de Mato Grosso que venceu na loteria com um premio multimilionário depois de falar milhares de vezes para si mesmo que iria pescar o prêmio, prova isso.

 O fato é  que com a habilidade de "falar sozinho"  pessoa pode encontrar aquilo que está buscando com mais facilidade. Se você entende o que a coisa de fato é todavia isso pode acontecer mais depressa. 

A questão é a que nós, aqui na escola do Clube sempre dizemos: você não tem que encontrar o que não sabe...mas recordar o que "já sabe".

Quando você estuda as formas e as lê em voz alta, a imagem 3 D salta à sua mente e você pescará o prêmio com mais facilidade. Você fica sabendo quais são os números que de fato vem...é só deixar a mente preparada para o "milagre" acontecer!

Não acredita?

Por favor, leia o artigo abaixo e informe-se.

Depois, para criar a parametrização lógica, faça o curso de interface da loteria, o nosso módulo de "logica da .loteria", o qual permite a você identificar os verdadeiros números das loterias. Você pode requerer maiores informações no skype clubedasloterias

Fazendo isso, e seguindo técnicas de visualização amparadas em repetições verbais, sua mente trabalhará a seu favor para a descoberta dos números premiados.

Agora nos diga...você fala sozinho(a)? Comente e vamos expandir esse tema!



Artigo científico:

Benefícios de falar sozinho
Se você anda falando sozinho, não pense que isso o deixará louco - menos ainda que você já esteja louco.
Na verdade, os cientistas, que sempre descreveram esse comportamento como "irracional, mas inofensivo", agora descobriram que falar sozinho tem benefícios cognitivos.
Ou, pelo menos, ajuda você a encontrar coisas perdidas.
E a pesquisa também mostrou que a maioria das pessoas fala sozinha ao menos algumas vezes por semana, sendo que algumas relatam ter esses autopapos a cada hora.

Como encontrar coisas perdidas
Gary Lupyan (Universidade de Wisconsin-Madison) e Daniel Swingley (Universidade da Pensilvânia) fizeram uma série de experimentos para verificar se falar sozinho ajuda a encontrar objetos perdidos.
Segundo eles, a inspiração veio da observação das pessoas fazendo compras no supermercado, que frequentemente vão falando o nome dos itens que estão tentando encontrar na prateleira.
O primeiro experimento mostrou que o simples fato de repetir o nome do objeto melhorou a capacidade de encontrá-lo, mesmo em comparação com segurar uma ficha onde estava escrito o nome do objeto.
Nas compras de supermercado, contudo, parece que o efeito só é válido se o nome do objeto for fácil de pronunciar: ficar repetindo o nome de um produto como Pepsi aumenta a velocidade com que ele é encontrado, mas retarda a mesma tarefa quando o produto é algo como "dentifrício fresh white" ou coisa que o valha.

Autopapos filosóficos
Os cientistas recomendam que, da próxima vez que você perder as chaves, vá repetindo verbalmente "chaves, chaves, chaves", e não se preocupe com qualquer olhar estranho de que possa ser alvo.
Quanto aos papos filosóficos consigo mesmo, aqueles mais longos e duradouros, bem, estes terão que esperar por uma nova pesquisa que ateste a sanidade de quem usa frequentemente desses monólogos.
Os resultados foram publicados no Quarterly Journal of Experimental Psychology.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Ele vive e age nos momentos certos

O camarada vestido de branco


Ainda que pareça inverossímil, o Adorável Salvador do Mundo esteve trabalhando como enfermeiro nos campos de batalha, durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais.

Vamos transcrever o comovente relato de dom Mario Roso de Luna, o insigne escritor teosófico. Este relato o encontramos no Livro que Mata a Morte ou o Livro dos Jinas, obra formidável de dom Mario. Vejamos:

“Estranhas narrações legavam a nós nas trincheiras. Ao longo da linha de 300 milhas que há desde a Suíça até o mar, corriam certos rumores, cuja origem e veracidade nós ignorávamos. Iam e vinham com rapidez, e recordo o momento em que meu companheiro Jorge Casay, dirigindo-me uma mirada estranha com seus olhos azuis, perguntou-me se eu havia visto ao “amigo dos feridos” e então me explicou o que sabia a respeito do particular.
Disse-me que, depois de muitos violentos combates, havia visto um homem vestido de branco inclinando-se sobre os feridos. As balas se acercavam dele, as granadas caíam a seu redor, porém nada tinha poder para tocá-lo. Ele era um herói superior a todos os heróis, ou algo mais grande todavia.

Este misterioso personagem, a quem os franceses chamavam de O Camarada Vestido de Branco, parecia estar em todas as partes: em Nancy, em Argona, em Soissons, em Iprés… onde quer que houvesse homens falando, ali ele era mencionado.

Alguns, sem embargo, sorriam dizendo que as trincheiras faziam efeito nos nervos dos homens. Eu com frequência era descuidado em minha conversação, exclamava que para crer tinha de ver, e que necessitava da ajuda de um machado germânico que me fizesse cair por terra, ferido.

Ao dia seguinte os acontecimentos se sucederam, com grande vivacidade nesse pedaço do front. Nossos grandes canhões rugiram desde o amanhecer até a noite, e começaram de novo pela manhã. Ao meio-dia recebemos ordem de tomar as trincheiras de nosso front. Essas se achavam a 200 jardas e nem bem havíamos partido, compreendemos que nossos grossos canhões haviam falhado na preparação.

Necesitava-se de um coração de aço para marchar adiante, porém, nenhum homem vacilou. Havíamos avançado 150 jardas quando compreendemos que íamos mal. Nosso capitão ordenou nos escondermos, então precisamente fui ferido em ambas as pernas. Por misericórdia divina caí dentro de um poço.

Suponho que desmaiei, porque quando abri os olhos me encontrei só. Minha dor era horrível; porém, não me atrevi a mover-me para que os alemães não me vissem, pois estava a 50 jardas de distância, e não esperava que se apiedassem de mim. Senti alegria quando começou a anoitecer.

Havia junto de mim alguns homens que estavam passando perigo na escuridão, se tivesse pensado que um camarada estava vivo ainda. Caiu a noite e prontamente ouvi umas passadas não furtivas, senão firmes e bem respousadas, como se nem a obscuridão nem a morte pudessem alterar o sossego daqueles pés.

Tão distante estava eu de suspeitar quem fosse o que se aproximava de mim, ainda que percebi a claridade a claridade da algo branco na obscuridade, pensei que era alguma pessoa usando uma simples camisa branca, e até me ocorreu ser uma mulher demente.

Mais de improviso, com um ligeiro estremecimento, que não sei se ffoi de alegria ou terror, caí em conta que se tratava do Camarada Vestido de Branco, e naquele mesmo instante os fuzis alemães começaram a disparar as balas, e elas tão somente erravam o alvo branco, pois Ele levantou seus braços como em súplica e, logo os retraiu, ficando como uma dessas cruzes que tão frequentemente se vêem nas encruzilhadas das estradas francesas. Então falou. Suas palavras me pareciam familiares, porém tudo oque eu recordo foi a princípio: ‘Sim, tu tens conhecido’. ‘E o Fim.’ ‘Porém eles estão ocultos a teus olhos.’

Então, inclinou-se, colheu-me em seus braços (a mim, que sou o homem mais corpulento do regimento), e me transportou como a uma criança. Suponho que adormeci, porque quando despertei, este sentimento havia-se dissipado. Eu era um homem e desejava saber o que podia fazer por meu amigo para ajudá-lo e servi-lo.

Ele estava mirando e, direção ao crepúsculo, e suas mãos estavam juntas, como se orasse, e então vi que Ele também estava ferido. Acreditei ver como uma ferida desgarrada em sua mão, e conforme orava, formou-se uma gota de sangue que caiu na terra. Lancei um grito sem poder remediar, porque aquela ferida me pareceu mais horrorosa que as que eu havia visto nesta amarga guerra.

‘Estais ferido também’, disse eu com timidez, quiçá me ouviu, quiçá o adivinhou em meu semblante, porém contestou gentilmente: ‘Esta é uma antiga ferida, porém tem me incomodado faz pouco tempo’. E, então, notei com pena, que a mesma cruel marca aparecia em seu pé.

Vai causar  admiração que eu não tivesse me dado conta antes. Eu mesmo me admirei. Porém, quando eu vi seu pé, o conheci: ‘O Cristo Vivo!’ Eu havia ouvido do Capelão umas semanas antes, porém agora compreendi que Ele havia vindo para mim, que o havia distanciado de minha vida na ardente febre de minha juventude.

Eu ansiava falar-lhe e dar-lhe as graças, porém me faltavam as palavras e então Ele se levantou e me disse: ‘Fica hoje ao lado da água. Eu virei a ti amanhã. Tenho algum trabalho para que faças por mim’. Em um momento marchou. E enquanto o espero, escrevo para não perder a memória dele. Sinto-me débil e só, e minha dor aumenta. Porém, tenho sua promessa, eu sei que Ele virá amanhã por mim.”

Até aqui, o relato de um soldado, transcrito por Dom Mario Roso de luna, em seu Livro que Mata a Morte. Este fato concreto está demonstrando até a saciedade que Jesus ainda vive com o mesmo corpo físico que usou na Terra Santa.

Samael Aun Weor, Mensagem de Aquário.



agradecimentos à amiga Angela Soares