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domingo, 3 de agosto de 2014

Socrates e a crônica do encolhimento cerebral

Muitas vezes somos surpreendidos por condutas superficiais na sociedade.



Um ato que precisa ser dito é o de que coletivamente, nos ultimos 5.000 anos diminuimos a área cinzenta do cérebro.



Pra não alardear essa realidade os cientistas desconversam... é antiético falar nesse tema.



Onde já se viu dizer que estamos emburrecendo...



Aproveito para deixar avisado que existem empresas especializadas em propagar burrices...a gente vai espalhar isso nos comentários, se você puxar o assunto. Quem promove a perda do poder de liberdade precisa ser denunciado... não compre produtos dessas empresas!



Pra quem quer saber mais sobre o cerebro que encolhe, experimente buscar as pesquisas egípcias da época da
 construção da grande pirâmide.


Você vai perceber que o cranio era maior. Eles de fato, cientificamente falando, possuiam mais massa cinzenta...



Portanto com mais neurônios, podiam pensar mais que nós.



O primeiro efeito do encolhimento foi a nossa incapacidade de "saber como fizeram" aquela grande obra.



Os idiotas tentam pensar, mas não reconhecem os fatos óbvios.



Fomos e continuamos todos a ser dominados pelo encolhimento global... esse efeito começa na nossa diminuiçõ de capacidades de discernimento real...



Cada vez temos mais coisas para nos ocupar e cada vez menos profundidade nelas...



Esse projeto mental coloca mais poder na mão de poucos e menos saber na cabeça de muitos.



Você pensa que "sabe"...mas apenas conhece de vista.



Nesse contexto, quero colocar a voce uma luzinha nesse assunto para ajudar voce  a despertar. 


O texto a seguir nos ajuda a discernir algumas das verdades do porque o mundo anda tão caótico e tantas pessoas andam ficando tão emburrecidas...



se gostar, clique em G+1, face e twitter e deixe seu comentário!




"Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão.





Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de preoc
upados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam....

Logo a seguir encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula á tarde'.

Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais
tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei.

'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.

Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'

Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.

Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'.

'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!'

Mas como fica a questão da subjetividade?

Da espiritualidade?

Da ociosidade amorosa?

Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra!

Tudo é virtual.

Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais...

A palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o(a) apresentador(a), imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.



Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! 

Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista, ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são
indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não
se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista.

Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.

Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno...

Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando
vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:


- "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !"


Título original:

Do Mundo Virtual ao Espiritual

Autoria: Frei Betto.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Carpe Diem

O grande desafio humano, nestes dias de aridez existencial, é conseguir acessar um nível de experiência de vida que lhe seja satisfatória. A luta contra o tédio e a melancolia, e ao mesmo tempo, a busca por um estilo de vida embuído de significado e propósito constituem-se na luta acirrada do homem e da mulher contemporâneos.

Isso me faz lembrar da história de um grupo de alunos de uma conceituada escola preparatória dos EUA. Ela foi contada no filme “A Sociedade dos Poetas Mortos”. Tudo começa quando o professor John Keating, estrelado pelo ator Robin Willians, substitui outro professor na disciplina de literatura. Na primeira aula Keating, para o espanto dos alunos, chama a todos para fora da sala e os leva a um hall onde se encontravam vários quadros com o retrato de turmas que já tinham passado pela escola. Keating começa a ministrar àquele grupo de rapazes desconfiados o legado que o olhar e a fisionomia daqueles estudantes antigos lhes queria transmitir. E o legado era “Carpe Diem”.

Antes disso o professor já lhes havia introduzido ao significado desta frase “Carpe Diem”. Trata-se de duas palavras em latim que significavam “aproveite o dia”. Keating surpreende aquele grupo de adolescentes, que a princípio não estava entendendo muita coisa, lhes dizendo que os alunos imortalizados naquelas fotos lhes transmitiam seu legado: “Carpe diem! Aproveitem o dia, rapazes! Fçam de suas vidas algo extraordinário”. Bem, não vou contar o restante do filme, pois, se você ainda não o assistiu, encorajo-o a fazê-lo.

Carpe Diem é o próprio grito de guerra daqueles que não se resignam a viver vidas superficiais e diminuídas. É o estandarte que os que buscam agregar valor e propósito à existência carregam. Crape Diem é o lema dos que lutam contra o tédio e a melancolia. Voltando ao filme, Carpe Diem é a grande descoberta que cada um daqueles jovens vai fazendo acerca da própria vida nas suas multiformes dimensões: amizade, amores, personalidade, vocação etc. Carpe Diem é a grande descoberta da vida deles.

Confesso que da minha também foi. O filme me impactou para sempre. Contudo, esta não foi a minha maior surpresa em relação a este conceito de carpe diem. Ó! Quão grande foi meu susto quando descobri que a Bíblia, a milhares de anos atrás, já descobrira que a vida é algo feito para ser o mais extraordinário possível. Que se pode, sim, alçar um vôo acima das densas nuvens tempestuosas da mediocridade. E avistar um céu limpo de possibilidades e esperança.

O livro de Eclesiastes, em especial, nos conduz por esta releitura da vida. Isso não significa que ele a mascare amenizando assim a realidade. Não, pelo contrário. Eclesiastes mostra como a vida realmente é: uma sucessão de acontecimentos repetitivos, cíclicos que parecem nos levar sempre para o mesmo lugar. Esta aparente “mesmice” é de onde se origina o tédio e a melancolia que tanto tem caracterizado a saga humana por estes séculos.

Eclesiastes faz parte na bíblia do bloco dos escritos sapienciais. A sabedoria de viver é o assunto principal destes escritos. No salmo 90, atribuído a Moisés, lemos o seguinte no verso 12:

“Ensina-nos a contar nossos dias para que alcancemos coração sábio”

Para o judeu há basicamente uma grande diferença entre sabedoria e inteligência. Esta trata meramente da intelectualidade, da quantidade de informação comportada no cérebro, enquanto aquela tem a ver com a experiência adquirida com o passar dos dias que acabam por nos ensinar a viver, e a viver bem. Logo, isso é sabedoria: a arte de viver bem. Simplificando, este é o pedido de Moisés a Deus: Senhor, ensina-nos a vivermos com qualidade, com significado e com propósito. Mostra-nos como fazer da vida algo extraordinário”. Carpe Diem!!! É disso que Moisés está tratando. Não é incrível!?

Voltando ao livro de Eclesiastes, é exatamente sobre isso que ele nos instrui. A como vivermos com qualidade e com significado em meio às desventuras desta vida repetitiva. O desafio de encontrar singularidade e profundidade na rotina do cotidiano. Há um capítulo que, de forma especial, nos faz este convite. Este é o capítulo 9, mas especificamente os versos de 7 a 10:

(7)“Vai e come com alegria o teu pão e bebe o teu vinho com coração contente; pois há muito tempo Deus se agradou do que tu fazes.

(8) Sejam as tuas vestes sempre bem cuidadas, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.

(9) Desfruta a vida com a mulher que amas todos os dias desta vida de ilusão, que Deus te deu debaixo do sol, sim em todos os dias da tua vida de ilusão. Porque essa é a tua recompensa nesta vida pelo trabalho que fazes debaixo do sol.

(10) Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o com todas as tuas forças, porque na sepultura, para onde vais, não há trabalho, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria.”

Nestas breves sentenças destilam princípios que nos ajudam a extrair da vida, a despeito dos entraves, todo seu potencial criador. São atitudes práticas que nos farão conectar com esta sabedoria que desemboca em águas profundas.

Primeiramente, devemos aprender a nos alegrar com as coisas simples desta vida. Isso é descrito nas palavras do verso 7 - “Vai e come com alegria o teu pão e bebe o teu vinho com coração contente”. Alcançar alegria e contentamento nas coisas simples e efêmeras: eis o grande desafio. Isso é substancialmente o contrário do que a sociedade tem feito as pessoas acreditar. Que é necessário ter muito para que se seja feliz. Que a essência da vida está nas grandes coisas, nos grandes momentos, nos grande lugares. Quando necessariamente isso não é verdade. Somos uma geração de pessoas que desaprenderão a saborear os pequenos momentos. Isso fica bem claro quando pensamos em como nos alimentamos. Nos esquecemos que a boca não foi feita apenas para que o alimento entre no nosso corpo, mas, também para que experimentemos o prazer que o sabor dos mesmos nos proporcionam. Porém, a pressa destes dias nos leva a a engolirmos a comida em meio a garfadas de ritmo frenético. Sem ao menos dar espaço para que a alegria e a gratidão surjam entre elas. Definitivamente a vida não é complicada. Nós é que a tornamos com nossa sede doentia por glamour e compexidade. Simplificar os dias celebrando as coisas simples que Deus coloca diante de nós, é o segredo da felicidade perene.

Em segundo, necessitamos aprender também a nos alegrar com as coisas simples da vida, desfrutando-as ao lado das pessoas que amamos. O verso 9 nos exorta a fazer isso - Desfruta a vida com a mulher que amas todos os dias desta vida de ilusão, que Deus te deu debaixo do sol”. A “mulher que amas” simboliza toda a gama de pessoas cuja vida e presença são significativas para nós. Devemos, a cada momento nos fazer a seguinte pergunta: Onde estão as pessoas que eu amo e que me amam também? As coisas ordinárias da vida ganham seu significado pleno quando compartilhadas com alguém, principalmente com pessoas com quem temos laços afetivos profundos. Infelizmente vivemos numa sociedade individualista onde o ser humano se sente cada vez mais solitário em meio à multidão. Esta mesma sociedade nos desencoraja na busca de fomentarmos relacionamentos profundos e duradouros. Sair de dentro desta casca isolante é que é o nosso grande desafio. Tendo isso em mente é que devemos lutar para firmar amizades que já temos e nos abrir para cultivarmos novas. Amizades verdadeiras vão além de encontros esporádicos em meio a festas de conhecidos em comum e conversas cibernéticas diante do monitos de um computador. Amizade é gastar tempo juntos, mesmo que seja o mínimo. É via de mão dupla: dar e receber. Amizade significa compartilhar vida. Quantos amigos você tem? A quanto tempo não os visita? Igualmente, e nem por isso menos importante, devemos também investir em momentos com a família. Família aqui num sentido mais geral do termo. Na sociedade individualista e isolacionista dos dias de hoje, somos, com frequência, convidados a nos enconder por detrás de nossas atividades como trabalho, cursos, afazeres domésticos, robs pessoais etc. E na grande maioria das vezes, inexoravelmente, estas coisas nos afastam, porque lhe tomam o lugar, da família. Contudo, devemos esmurrar e lutar para abrir buracos em nossa agenda criando, assim, tempo para estarmos juntos com nossos queridos. Talvez amanhã seja tarde demais para dizer “te amo”.







Por último temos uma urgência enorme em aprender a viver com intensidade cada pequeno momento da vida, emprestando-lhes plenitude de significado. O sábio em Eclesiastes assim nos diz no verso 10 - “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o com todas as tuas forças”. Ou seja viva intensamente cada momento. E isso um de cada vez. No entanto, extrair a plenitude de significado dos pequenos e ordinários momentos que a vida nos proporciona, não significa nos deixar afogar ou ser atropledos por eles.

Um bom conselho para isso é viver um dia de cada vez. Estar totalmente presente no momento. Infelizmente vivemos em meio a uma sociedade pré – ocupada. Ou seja, pessoas que são viciadas em sofrer por antecedência. E com isso acabam abrindo suas vidas para a ansiedade, o medo e todo tipo de síndromes fobíticas e patologias auto-causadas. Não é a toa que os níveis de estresse em nossa sociedade estão altíssimos. Enquanto que as doenças cardio respiratórias e cardio vasculares se multiplicam. Contudo, podemos escapar deste quadro. E a grande notícia é que não precisamos esperar os chamados grandes momentos da vida como casamentos, nascimentos, festes de aniversário, para vivermos com intensidade de significado. Basta apenas que aprendamos a estarmos abertos e receptivos áquilo que nos é oferecido por detrás destes milhares de pequenos momentos do cotidiano. Assim, um almoço com amigos, uma visita a um parente querido, o abraço carinhoso de um filho, um passeio em família podem tornar-se verdadeiros sacramentos onde nos é oferecido algo que transcende o meramente humano e natural. Basta que nos entreguemos e vivenciemos com jubilosa alegria estes momentos que são verdadeiros milagres do comum.

É verdade! A vida algumas vezes é difícil, ária, sofrida. Cheia de dores, perdas e obstáculos. Todavia quem disse que ela tem de ser amarga, feia e sem sentido? Ver um sorriso na vida, ou não, só depende nós. Basta que resgatemos o valor das pequenas coisas. Que as desfrutemos na companhia de pessoas a quem amamos e que estes momentos sejam experienciados na sua plenitude de propósito e significado. Somente isso já basta. Assim veremos que Carpe Diem é algo mais do que parte do enredo de um bom filme. Trata-se da própria alegria da descoberta de que a vida foi feita para ser algo extraordinário. Que fomos feitos para algo a mais do que simplesmente virar comida de vermes.

“Eu vim para que tenham vida, e a tenham com PLENITUDE”

(Jesus Cristo – João 10:10b)

agradecimentos à amiga Ceciliana Rocha

sexta-feira, 25 de julho de 2014

George Carlin e o segredo de envelhecer

George Carlin: Sobre envelhecer!

A viagem da sua vida

Aprecie a viagem; não há bilhete de volta!







George Carlin sobre envelhecer!

(Absolutamente brilhante)
George Carlin's Views on Aging





































Você sabia que a única época da nossa vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças? Se V. tem menos de 10 anos, V. está tão excitado sobre envelhecer que pensa em frações.

Quantos anos V tem? Tenho quatro e meio! Você nunca terá trinta e seis e meio. Você tem quatro e meio, indo para cinco! Este é o lance!


Quando V. chega à adolescência, ninguém mais o segura. V. pula para um número próximo, ou mesmo alguns à frente. 'Qual é sua idade?'

'Eu vou fazer 16!' Você pode ter 13, mas (tá ligado?) vai fazer 16!

E aí chega o maior dia da sua vida! Você completa 21! Até as palavras soam como uma cerimônia: VOCÊ ESTÁ FAZENDO 21. Uhuuuuuuu!

Mas então V. 'se torna' 30. Ooooh, que aconteceu agora? Isso faz V. soar como leite estragado! Êle 'se tornou azedo'; tivemos que jogá-lo fora. Não tem mais graça agora, V. é apenas um bolo azedo. O que está errado? O que mudou?

V. COMPLETA 21, V. 'SE TORNA' 30, aí V. está 'EMPURRANDO' 40. Putz! Pise no freio, tudo está derrapando! Antes que se dê conta, V. CHEGA aos 50 e seus sonhos se foram.

Mas, espere!

Você ALCANÇA os 60. V. nem achava que poderia!


Assim, V. COMPLETA 21, V. 'SE TORNA' 30, 'EMPURRA' os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60.

Você pegou tanto embalo que BATE nos 70! Depois disso, a coisa é na base do dia-a-dia; 'Estarei BATENDO aí na 4ª. feira!'

Você entra nos seus 80 e cada dia é um ciclo completo; V. bate no lanche, a tarde se torna 4:30; V. alcança o horário de ir para a cama. E não termina aqui. Entrado nos 90, V. começa a dar marcha à ré; 'Eu TINHA exatos 92.'

Aí acontece uma coisa estranha. Se V. passa dos 100, V. se torna criança pequena outra vez. 'Eu tenho 100 e meio!'

Que todos Vocês cheguem a um saudável 100 e meio!!



COMO PERMANECER JOVEM

Livre-se de todos os números não-essenciais. Isto inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos se preocupar com eles. É para isso que V. os paga.



Mantenha apenas os amigos alegres. Os ranzinzas só deprimem.



Continue aprendendo. Aprenda mais sobre o computador, ofícios,



Jardinagem, seja o que for, até radio-amadorismo. Nunca deixe o cérebro

inativo. 'Uma mente inativa é a oficina do diabo. E o nome de família do diabo

é ALZHEIMER.


Aprecie as coisas simples.

Ria sempre, alto e bom som! Ria até perder o fôlego.



Lágrimas fazem parte. Suporte, queixe-se e vá adiante. As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar VIVO enquanto estiver vivo.


Cerque-se daquilo que ama, seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for. Seu lar é seu refúgio.


Cuide da sua saúde: se estiver boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver além do que V. possa fazer, peça ajuda.


Não 'viaje' às suas culpas. Faça uma viagem ao shopping, até o município mais próximo ou a um país no exterior, mas NÃO para onde V. tiver enterrado as suas culpas.

Diga às pessoas a quem V. ama que V. as ama, a cada oportunidade.


E LEMBRE-SE SEMPRE:

A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.



Faça Sua Vida! by Hélio

terça-feira, 22 de julho de 2014

A necessidade cria a rotina - dicas quentes da mega 1619




A necessidade é um mal, mas não há necessidade de vivermos nela.
 Epicuro
Epicuro nasceu na Ilha de Samos, em 341 a.C., mas ainda muito jovem partiu para Téos, na costa da Ásia Menor. Quando criança estudou com o platonista Pânfilo por quatro anos e era considerado um dos melhores alunos. Certa vez ao ouvir a frase de Hesíodo, "todas as coisas vieram do caos",ele perguntou: e o caos veio do quê?

Compartilhar é a essência da felicidade.



dicas secretas para a mega sena 1619:


20 35 32 41 45 46 14 15 25 29 49 59 18 42 43 52 02 03 19 30 33 38 56 08
53 08 05 14 18 19 47 48 58 02 22 32 51 15 16 25 35 36 52 03 06 11 29 41
09 24 21 30 34 35 03 04 14 18 38 48 07 31 32 41 51 52 08 19 22 27 45 57
37 52 49 58 02 03 31 32 42 46 06 16 33 51 45 08 24 27 38 44 53 15 12 56
56 11 08 17 21 22 50 51 01 05 25 35 52 10 04 27 43 46 57 03 12 34 31 15
12 27 24 33 37 38 06 07 17 21 41 51 05 09 16 29 56 03 40 15 46 32 52 53
36 51 48 57 01 02 30 31 41 45 05 15 29 33 40 53 20 27 04 39 10 56 16 17
41 56 53 02 06 07 35 36 46 50 10 20 34 38 45 58 25 32 09 44 15 01 21 22
53 08 05 14 18 19 47 48 58 02 22 32 46 50 57 10 37 44 21 56 27 13 33 34

pelo menos uma dessas linhas deverá entregar QUINA



Decididamente, a mega sena inteira tem menos de 0.1% de chances de ocorrer com os números da linha abaixo:
45 59 23 26 30 38 04 39 55 17 20 42 49 07 01 24 40 43 54 60 09 31 28 12